Questões de Direito do Trabalho e Processo do Trabalho
180 questões com gabarito e explicação. Página 9 de 9.
Questão 161
Difícil
Em ação de cumprimento, o sindicato profissional postula o pagamento de reajuste previsto em sentença normativa em favor de todos os integrantes da categoria. Quanto à legitimidade:
AO sindicato não tem legitimidade.
BO sindicato possui legitimidade para ajuizar ação de cumprimento na qualidade de substituto processual, independentemente de relação nominal dos substituídos.
CCada empregado deve ajuizar individualmente.
DA legitimidade depende de autorização em assembleia para cada substituído.
Gabarito: B) O sindicato possui legitimidade para ajuizar ação de cumprimento na qualidade de substituto processual, independentemente de relação nominal dos substituídos.
Explicação: Art. 872, parágrafo único, da CLT e Súmula 286 do TST: o sindicato tem legitimidade para a ação de cumprimento como substituto processual, dispensada a relação nominal dos substituídos.
Questão 162
Difícil
Empregado, beneficiário da justiça gratuita, tem pedidos julgados parcialmente procedentes e é condenado em honorários de sucumbência sobre os pedidos rejeitados. Considerando a decisão do STF na ADI 5766 e o art. 791-A, §4º, da CLT:
AO empregado deve pagar os honorários com os créditos obtidos no mesmo processo.
BOs honorários são exigíveis de imediato e integralmente.
CO empregado está sempre isento de honorários.
DA exigibilidade dos honorários fica sob condição suspensiva, sendo inconstitucional a utilização automática de créditos obtidos para a quitação, salvo demonstração da perda da condição de hipossuficiente.
Gabarito: D) A exigibilidade dos honorários fica sob condição suspensiva, sendo inconstitucional a utilização automática de créditos obtidos para a quitação, salvo demonstração da perda da condição de hipossuficiente.
Explicação: O STF, na ADI 5766, declarou inconstitucional a parte do art. 791-A, §4º, que permitia o uso automático de créditos do beneficiário; a obrigação fica sob condição suspensiva de exigibilidade.
Questão 163
Difícil
Em execução trabalhista, o juiz determina o redirecionamento contra os sócios da empresa executada sem prévia instauração de incidente. Após a Reforma e o CPC/2015:
AO redirecionamento independe de incidente.
BDeve ser instaurado o incidente de desconsideração da personalidade jurídica, assegurado o contraditório, salvo quando requerida na petição inicial.
COs sócios não podem ser atingidos na execução.
DO incidente só cabe na fase de conhecimento.
Gabarito: B) Deve ser instaurado o incidente de desconsideração da personalidade jurídica, assegurado o contraditório, salvo quando requerida na petição inicial.
Explicação: Art. 855-A da CLT c/c arts. 133 a 137 do CPC: o redirecionamento ao patrimônio dos sócios exige a instauração do incidente de desconsideração, com contraditório, suspendendo-se a execução, salvo se requerido na inicial.
Questão 164
Difícil
Trabalhador alega vínculo de emprego com plataforma digital de transporte, sustentando subordinação algorítmica. A empresa nega o vínculo. Considerando os requisitos do art. 3º da CLT e o estágio atual do debate jurisprudencial:
AO reconhecimento do vínculo depende da presença concreta dos requisitos do art. 3º (pessoalidade, não eventualidade, onerosidade e subordinação), analisados caso a caso, havendo controvérsia jurisprudencial sobre o tema.
BO vínculo é reconhecido automaticamente em todos os casos de aplicativo.
CO vínculo é vedado por lei específica.
DA relação é sempre de natureza autônoma por definição legal.
Gabarito: A) O reconhecimento do vínculo depende da presença concreta dos requisitos do art. 3º (pessoalidade, não eventualidade, onerosidade e subordinação), analisados caso a caso, havendo controvérsia jurisprudencial sobre o tema.
Explicação: Art. 3º da CLT: o reconhecimento do vínculo com plataformas digitais exige análise concreta dos requisitos legais (especialmente subordinação), tema ainda controvertido nos tribunais, sem solução legal definitiva uniforme.
Questão 165
Difícil
Empregado bancário, sujeito à jornada de 6 horas, exerce função de confiança com gratificação não inferior a 1/3 do salário do cargo efetivo. Quanto à sua jornada, considerando o art. 224 da CLT e a Súmula 102 do TST:
ATem jornada de 6 horas em qualquer caso.
BEstará sujeito à jornada de 8 horas (art. 224, §2º) se exercer cargo de confiança com a gratificação respectiva, dependendo a configuração da efetiva fidúcia, ainda que não seja a fidúcia bancária do gerente-geral.
CA jornada será sempre de 8 horas independentemente da função.
DA função de confiança reduz a jornada para 4 horas.
Gabarito: B) Estará sujeito à jornada de 8 horas (art. 224, §2º) se exercer cargo de confiança com a gratificação respectiva, dependendo a configuração da efetiva fidúcia, ainda que não seja a fidúcia bancária do gerente-geral.
Explicação: Art. 224, §2º, da CLT e Súmula 102 do TST: o bancário que exerce função de confiança com gratificação de pelo menos 1/3 sujeita-se à jornada de 8 horas; a caracterização depende da efetiva fidúcia, analisada no caso concreto.
Questão 166
Difícil
Em reclamação trabalhista, a testemunha do reclamante move ação idêntica contra o mesmo empregador, postulando o mesmo objeto. O reclamado argui a suspeição. Conforme a Súmula 357 do TST:
AA testemunha é suspeita por mover ação contra o mesmo empregador.
BNão torna suspeita a testemunha o simples fato de estar litigando ou de ter litigado contra o mesmo empregador.
CA testemunha deve ser ouvida apenas como informante sempre.
DA prova testemunhal é nula nesse caso.
Gabarito: B) Não torna suspeita a testemunha o simples fato de estar litigando ou de ter litigado contra o mesmo empregador.
Explicação: Súmula 357 do TST: não torna suspeita a testemunha o simples fato de estar litigando ou de ter litigado contra o mesmo empregador.
Questão 167
Difícil
Empregador deixa de recolher o FGTS por vários anos. O empregado, ainda em atividade, ajuíza reclamação em 2026 postulando os depósitos. Considerando a decisão do STF (ARE 709212) e a Súmula 362 do TST (revisada):
APode cobrar os depósitos dos últimos 30 anos.
BO FGTS é imprescritível.
CPode cobrar os depósitos relativos aos últimos 5 anos contados do ajuizamento, observado o prazo de 2 anos após eventual extinção do contrato.
DA prescrição é bienal apenas.
Gabarito: C) Pode cobrar os depósitos relativos aos últimos 5 anos contados do ajuizamento, observado o prazo de 2 anos após eventual extinção do contrato.
Explicação: STF (ARE 709212) e Súmula 362, II, do TST: a prescrição do FGTS é quinquenal; para os casos em curso, aplica-se o prazo de 5 anos a partir da decisão do STF (2014) ou 30 anos contados do termo inicial, o que ocorrer primeiro — em 2026, prevalece o quinquênio.
Questão 168
Difícil
Em audiência, o juiz indefere a oitiva de testemunha sob o fundamento de que o fato já estaria provado documentalmente. A parte protesta. Quanto ao cabimento de recurso imediato:
ACabe recurso ordinário imediato do indeferimento.
BCabe agravo de instrumento imediato.
CNão cabe recurso imediato, por se tratar de decisão interlocutória; a matéria poderá ser arguida em preliminar de recurso ordinário da sentença, desde que consignado o protesto.
DCabe mandado de segurança obrigatoriamente.
Gabarito: C) Não cabe recurso imediato, por se tratar de decisão interlocutória; a matéria poderá ser arguida em preliminar de recurso ordinário da sentença, desde que consignado o protesto.
Explicação: Art. 893, §1º, da CLT e Súmula 214 do TST: o indeferimento de prova é decisão interlocutória irrecorrível de imediato; a matéria é devolvida no recurso ordinário, desde que registrado o protesto (cerceamento de defesa).
Questão 169
Difícil
Convenção coletiva estabelece que o tempo gasto pelo empregado com a troca de uniforme e higiene pessoal nas dependências da empresa não será computado na jornada. Considerando o art. 4º, §2º, da CLT (após a Reforma):
AA cláusula é compatível com a lei, pois o art. 4º, §2º, exclui da jornada o tempo despendido com práticas religiosas, higiene pessoal e troca de uniforme quando não houver obrigatoriedade de realizá-las na empresa.
BA cláusula é nula, por suprimir tempo à disposição.
CToda troca de uniforme integra a jornada obrigatoriamente.
DO tema não pode ser objeto de norma coletiva.
Gabarito: A) A cláusula é compatível com a lei, pois o art. 4º, §2º, exclui da jornada o tempo despendido com práticas religiosas, higiene pessoal e troca de uniforme quando não houver obrigatoriedade de realizá-las na empresa.
Explicação: Art. 4º, §2º, da CLT, com a Reforma: não se computam na jornada atividades como higiene pessoal, troca de uniforme e alimentação, quando o empregado, por escolha própria, permanecer nas dependências sem obrigatoriedade de ali realizá-las.
Questão 170
Difícil
Determinado empregado pleiteia diferenças salariais por equiparação, mas o empregador comprova a existência de quadro de carreira organizado, com promoções alternadas por antiguidade e merecimento. Após a Reforma, quanto à exigência de homologação:
AO quadro de carreira deve ser homologado pelo Ministério do Trabalho.
BA equiparação independe de quadro de carreira em qualquer caso.
CO quadro de carreira é vedado.
DO quadro de carreira dispensa homologação por órgão público, bastando que seja estabelecido por norma interna ou por negociação coletiva.
Gabarito: D) O quadro de carreira dispensa homologação por órgão público, bastando que seja estabelecido por norma interna ou por negociação coletiva.
Explicação: Art. 461, §§2º e 3º, da CLT, com a Reforma: o quadro de carreira dispensa homologação ou registro em órgão público, podendo ser mediante norma interna da empresa ou negociação coletiva.
Questão 171
Difícil
Em execução definitiva, o executado, devidamente citado, garante o juízo e opõe embargos à execução alegando excesso de execução. Quanto ao prazo e à garantia:
AOs embargos à execução pressupõem a garantia do juízo (penhora ou depósito) e devem ser opostos no prazo de 5 dias.
BOs embargos independem de garantia e têm prazo de 15 dias.
COs embargos têm prazo de 30 dias e dispensam garantia.
DOs embargos são incabíveis na execução trabalhista.
Gabarito: A) Os embargos à execução pressupõem a garantia do juízo (penhora ou depósito) e devem ser opostos no prazo de 5 dias.
Explicação: Art. 884 da CLT: garantida a execução ou penhorados os bens, o executado terá 5 dias para apresentar embargos, cabendo igual prazo ao exequente para impugnação.
Questão 172
Difícil
Empregado é dispensado e, antes do pagamento das verbas rescisórias, a empresa entra em recuperação judicial. Quanto à natureza e à preferência do crédito trabalhista na falência (Lei 11.101/2005):
AO crédito trabalhista não tem preferência.
BOs créditos trabalhistas têm preferência na falência, limitados a 150 salários mínimos por credor quanto à classe trabalhista, sendo o excedente classificado como quirografário.
CO crédito trabalhista é integralmente quirografário.
DO crédito trabalhista é pago após os tributários sempre.
Gabarito: B) Os créditos trabalhistas têm preferência na falência, limitados a 150 salários mínimos por credor quanto à classe trabalhista, sendo o excedente classificado como quirografário.
Explicação: Art. 83, I, da Lei 11.101/2005: os créditos derivados da legislação do trabalho têm preferência, limitados a 150 salários mínimos por credor; o que exceder é classificado como crédito quirografário.
Questão 173
Difícil
Em sede de recurso de revista, o TST verifica que a decisão recorrida divergiu de decisão de outra Turma do próprio TST quanto à interpretação de lei federal. Quanto ao recurso cabível para uniformização:
ACabe novo recurso de revista.
BCabe recurso ordinário ao STF.
CApós o julgamento pela Turma do TST, cabem embargos à SDI nas hipóteses de divergência entre Turmas ou com a SDI, observados os requisitos legais.
DNão há recurso uniformizador.
Gabarito: C) Após o julgamento pela Turma do TST, cabem embargos à SDI nas hipóteses de divergência entre Turmas ou com a SDI, observados os requisitos legais.
Explicação: Art. 894, II, da CLT: das decisões das Turmas do TST que divergirem entre si, ou da SDI, cabem embargos para a Subseção de Dissídios Individuais (SDI).
Questão 174
Difícil
Empregada retorna da licença-maternidade e é dispensada no dia seguinte ao término da estabilidade de 5 meses. Pretende a nulidade da dispensa alegando discriminação. Considerando a Lei 9.029/95:
AA dispensa após a estabilidade é sempre válida.
BA Lei 9.029/95 não se aplica a gestantes.
CA dispensa discriminatória gera apenas advertência ao empregador.
DSe comprovada a natureza discriminatória da dispensa, é assegurado ao empregado o direito de optar entre a readmissão com ressarcimento integral ou a percepção em dobro da remuneração do período de afastamento.
Gabarito: D) Se comprovada a natureza discriminatória da dispensa, é assegurado ao empregado o direito de optar entre a readmissão com ressarcimento integral ou a percepção em dobro da remuneração do período de afastamento.
Explicação: Art. 4º da Lei 9.029/95: rompido o vínculo por ato discriminatório, faculta-se ao empregado optar entre a readmissão com ressarcimento integral ou a percepção, em dobro, da remuneração do período de afastamento.
Questão 175
Difícil
Empregador e empregado celebram acordo extrajudicial e ajuizam petição conjunta para homologação. O juiz entende que o acordo prejudica direitos do trabalhador e nega a homologação. Quanto a essa decisão, considerando os arts. 855-B a 855-E da CLT:
AO juiz é obrigado a homologar o acordo apresentado.
BO juiz não está obrigado a homologar o acordo, podendo recusá-lo, e a petição conjunta não prejudica o prazo prescricional, que fica suspenso na forma da lei.
CA recusa de homologação é vedada.
DO acordo extrajudicial dispensa advogados.
Gabarito: B) O juiz não está obrigado a homologar o acordo, podendo recusá-lo, e a petição conjunta não prejudica o prazo prescricional, que fica suspenso na forma da lei.
Explicação: Arts. 855-B a 855-E da CLT: a homologação de acordo extrajudicial é faculdade do juiz, que pode recusá-la; as partes devem ter advogados distintos e a petição suspende o prazo prescricional dos direitos especificados.
Questão 176
Difícil
Empregado labora em ambiente com exposição a agente insalubre, mas o empregador fornece EPI eficaz, capaz de neutralizar a nocividade. Quanto ao direito ao adicional de insalubridade, conforme a Súmula 80 do TST:
AA eliminação da insalubridade pelo fornecimento de EPI eficaz, que neutralize a nocividade, exclui a percepção do respectivo adicional.
BO adicional é sempre devido, independentemente de EPI.
CO EPI não interfere no direito ao adicional.
DO adicional é devido pela metade quando há EPI.
Gabarito: A) A eliminação da insalubridade pelo fornecimento de EPI eficaz, que neutralize a nocividade, exclui a percepção do respectivo adicional.
Explicação: Súmula 80 do TST: a eliminação da insalubridade mediante fornecimento de aparelhos protetores aprovados que neutralizem a nocividade exclui a percepção do respectivo adicional.
Questão 177
Difícil
Em reclamação trabalhista, há controvérsia sobre a validade da prova emprestada (perícia produzida em outro processo). Quanto à sua admissibilidade no processo do trabalho:
AA prova emprestada é vedada.
BA prova emprestada substitui sempre a perícia no processo atual.
CA prova emprestada vincula obrigatoriamente o juiz.
DA prova emprestada é admitida, desde que assegurado o contraditório, sendo valorada pelo juiz conforme o livre convencimento motivado.
Gabarito: D) A prova emprestada é admitida, desde que assegurado o contraditório, sendo valorada pelo juiz conforme o livre convencimento motivado.
Explicação: Art. 372 do CPC (aplicação subsidiária): o juiz pode admitir a prova produzida em outro processo, atribuindo-lhe o valor que considerar adequado, observado o contraditório.
Questão 178
Difícil
Trabalhador rural pleiteia créditos trabalhistas relativos a contrato extinto em 2020. Considerando a EC 28/2000 e o art. 7º, XXIX, da CF, a prescrição aplicável ao rural é:
ABienal a partir da lesão.
BQuinquenal, observado o limite de 2 anos após a extinção do contrato, equiparando-se à do trabalhador urbano.
CTrintenária.
DInexistente para o rural.
Gabarito: B) Quinquenal, observado o limite de 2 anos após a extinção do contrato, equiparando-se à do trabalhador urbano.
Explicação: Art. 7º, XXIX, da CF, com a EC 28/2000: unificou-se a prescrição para urbanos e rurais em 5 anos, até o limite de 2 anos após a extinção do contrato.
Questão 179
Difícil
Empregado pleiteia o pagamento do intervalo interjornada não usufruído integralmente (gozou apenas 9 horas das 11 horas devidas). Conforme a jurisprudência do TST (OJ 355 da SDI-1):
ANenhuma consequência decorre da supressão.
BA supressão gera apenas multa administrativa.
CO intervalo interjornada não é remunerado.
DA não concessão total ou parcial do intervalo interjornada mínimo de 11 horas implica o pagamento do período suprimido como hora extra, com o adicional respectivo.
Gabarito: D) A não concessão total ou parcial do intervalo interjornada mínimo de 11 horas implica o pagamento do período suprimido como hora extra, com o adicional respectivo.
Explicação: OJ 355 da SDI-1 do TST: o desrespeito ao intervalo mínimo interjornada (art. 66 da CLT) acarreta, por analogia ao art. 71, §4º, o pagamento do período suprimido como hora extra, acrescido do respectivo adicional.
Questão 180
Difícil
Em dissídio coletivo, a entidade sindical patronal recusa-se a participar da negociação e da arbitragem. O sindicato profissional pretende ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica unilateralmente. Considerando o art. 114, §2º, da CF e a jurisprudência:
AO dissídio pode ser ajuizado unilateralmente.
BO ajuizamento do dissídio coletivo de natureza econômica pressupõe, em regra, o comum acordo entre as partes, conforme exigência constitucional, havendo divergência sobre sua flexibilização.
CO dissídio é vedado em qualquer hipótese.
DO Ministério Público deve ajuizá-lo obrigatoriamente.
Gabarito: B) O ajuizamento do dissídio coletivo de natureza econômica pressupõe, em regra, o comum acordo entre as partes, conforme exigência constitucional, havendo divergência sobre sua flexibilização.
Explicação: Art. 114, §2º, da CF (EC 45/2004): exige-se o comum acordo para o ajuizamento do dissídio coletivo de natureza econômica, requisito cuja constitucionalidade e alcance ainda são objeto de debate.
Sobre o conteúdo
Questões originais de prática alinhadas ao edital da 1ª fase do Exame de Ordem (FGV/OAB). Não são questões oficiais. Material de estudo educacional — verifique sempre a legislação vigente.